Tá bom assim?
Os Estados Unidos anunciaram hoje na sede da ONU que têm 5.133 ogivas nucleares ativas e outras milhares de armas nucleares desativadas. É a primeira vez que o número é revelado dessa forma. E de acordo com dados divulgados pelo Pentágono, o arsenal americano foi reduzido em 84%, de 31.225 armas nucleares que o país possuía em 1967.
A Índia, Paquistão, Coreia do Norte e Israel, países que têm arsenal nuclear ou programas de armas, não divugam seus números. Não são signatários do Tratado de Não Proliferação Nuclear. O que se discute na reunião em andamento em Nova York é a sua redução, incluindo o Reino Unido, França e China, que são signatários do acordo, como os EUA.
Em três das sete últimas conferências, os membros não conseguiram chegar a um "consenso de declaração", inclusive em 2005, quando a administração americana do presidente George W. Bush não estava disposta a discutir controle de armas. Agora Barack Obama trouxe os EUA de volta à mesa de negociações, surpreendendo com a assinatura de um novo acordo com a Rússia, segunda maior potência nuclear, para redução do arsenal.
Quem falou hoje, também, na ONU, foi a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, em um tom ainda mais duro contra o Irã, dizendo que sua ambição nuclear coloca o mundo "em risco". Sim, falando que a bombinha atômica dos aiatolás, algo como um buscapé perto do arsenal das atuais potências atômicas, é quem coloca em risco o planeta. Pode ser, se considerada como a espoleta capaz de detornar as cinco mil ogivas ativas norte-americanas e outro tanto delas em poder da "comunidade" nuclear. Vista por este ângulo, a presença do bucólico iraniano Mahmoud Ahmadinejad hoje na ONU - matéria abaixo - dá um jeitão mais adornado à tal conferência do "desarmamento".
A Índia, Paquistão, Coreia do Norte e Israel, países que têm arsenal nuclear ou programas de armas, não divugam seus números. Não são signatários do Tratado de Não Proliferação Nuclear. O que se discute na reunião em andamento em Nova York é a sua redução, incluindo o Reino Unido, França e China, que são signatários do acordo, como os EUA.
Em três das sete últimas conferências, os membros não conseguiram chegar a um "consenso de declaração", inclusive em 2005, quando a administração americana do presidente George W. Bush não estava disposta a discutir controle de armas. Agora Barack Obama trouxe os EUA de volta à mesa de negociações, surpreendendo com a assinatura de um novo acordo com a Rússia, segunda maior potência nuclear, para redução do arsenal.
Quem falou hoje, também, na ONU, foi a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, em um tom ainda mais duro contra o Irã, dizendo que sua ambição nuclear coloca o mundo "em risco". Sim, falando que a bombinha atômica dos aiatolás, algo como um buscapé perto do arsenal das atuais potências atômicas, é quem coloca em risco o planeta. Pode ser, se considerada como a espoleta capaz de detornar as cinco mil ogivas ativas norte-americanas e outro tanto delas em poder da "comunidade" nuclear. Vista por este ângulo, a presença do bucólico iraniano Mahmoud Ahmadinejad hoje na ONU - matéria abaixo - dá um jeitão mais adornado à tal conferência do "desarmamento".



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