KGB petista quebra sigilo de generais
Está armado mais um imbróglio envolvendo a polícia política petista, desta vez para cima de generais do Exército, que criticaram o governo Lula.
Na lista dos generais arapongados estão Maynard Santa Rosa, que fez críticas à “Comissão da Verdade”, e o general Raymundo Cerqueira Filho, nada menos que o atual presidente do Superior Tribunal Militar, que advertiu no Senado para o fato de a tropa não respeitar um chefe gay.
Outros quatro generais e dois coronéis, entre estes Carlo Alberto Brilhante Ustra, autor do livro "A Verdade Sufocada" tiveram os sigilos bisbilhotados. A Receita informou, entretanto, estar tudo em ordem com eles.
O comandante do Exército, general Enzo Peri, divulgou ontem à noite nota desmentindo que os seis oficiais do Exército tiveram sues sigilos fiscais quebrados a pedido do GSI, Gabinete de Segurança Institucional. A denúncia foi feita ontem pelo jornalista Cláudio Humberto, que mantém a informação e publica hoje novos detalhes, até com horário dos pedidos e respostas, indicando os também responsáveis. O comandante do Exército General Enzo Peri diz em sua nota que “a matéria carece de total fundamento” e que “não há qualquer ligação com fatos pretéritos ou presentes”.
Hoje, o jornalista Cláudio Humberto vai adiante:
"investigação sobre a vida fiscal de seis oficiais do Exército, três deles generais da ativa, revelada aqui, foi feita pela Coordenação-Geral de Pesquisa e Investigação da Receita Federal, conforme documento em poder da coluna. A ordem do Gabinete de Segurança Institucional ao Ministério da Fazenda, informa fonte da Receita, tinha assinatura eletrônica do coronel Luiz Fernando Lima Santos, chefe de gabinete no GSI.
O coronel Luiz Fernando Lima Santos é subordinado do general Jorge Félix, ministro-chefe do GSI, que ontem desmentiu a violação do sigilo. O GSI pediu a investigação em 18 de janeiro. A Receita informou à Fazenda o resultado da sua apuração às 9h11 de 17 de março. Às 18h56 de 23 de março o Ministério da Fazenda enviou ao GSI, pelo sistema “Note”, o veredicto coletivo da quebra de sigilo: “nada consta”. Jorge Félix telefonou aos oficiais que tiveram o sigilo quebrado para jurar que isso não era verdade. Ninguém acreditou nele."
Na lista dos generais arapongados estão Maynard Santa Rosa, que fez críticas à “Comissão da Verdade”, e o general Raymundo Cerqueira Filho, nada menos que o atual presidente do Superior Tribunal Militar, que advertiu no Senado para o fato de a tropa não respeitar um chefe gay.
Outros quatro generais e dois coronéis, entre estes Carlo Alberto Brilhante Ustra, autor do livro "A Verdade Sufocada" tiveram os sigilos bisbilhotados. A Receita informou, entretanto, estar tudo em ordem com eles.
O comandante do Exército, general Enzo Peri, divulgou ontem à noite nota desmentindo que os seis oficiais do Exército tiveram sues sigilos fiscais quebrados a pedido do GSI, Gabinete de Segurança Institucional. A denúncia foi feita ontem pelo jornalista Cláudio Humberto, que mantém a informação e publica hoje novos detalhes, até com horário dos pedidos e respostas, indicando os também responsáveis. O comandante do Exército General Enzo Peri diz em sua nota que “a matéria carece de total fundamento” e que “não há qualquer ligação com fatos pretéritos ou presentes”.
Hoje, o jornalista Cláudio Humberto vai adiante:
"investigação sobre a vida fiscal de seis oficiais do Exército, três deles generais da ativa, revelada aqui, foi feita pela Coordenação-Geral de Pesquisa e Investigação da Receita Federal, conforme documento em poder da coluna. A ordem do Gabinete de Segurança Institucional ao Ministério da Fazenda, informa fonte da Receita, tinha assinatura eletrônica do coronel Luiz Fernando Lima Santos, chefe de gabinete no GSI.
O coronel Luiz Fernando Lima Santos é subordinado do general Jorge Félix, ministro-chefe do GSI, que ontem desmentiu a violação do sigilo. O GSI pediu a investigação em 18 de janeiro. A Receita informou à Fazenda o resultado da sua apuração às 9h11 de 17 de março. Às 18h56 de 23 de março o Ministério da Fazenda enviou ao GSI, pelo sistema “Note”, o veredicto coletivo da quebra de sigilo: “nada consta”. Jorge Félix telefonou aos oficiais que tiveram o sigilo quebrado para jurar que isso não era verdade. Ninguém acreditou nele."



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