O que será do Brasil sem Lula?
O jornal francês Le Monde põe em dúvida a capacidade da petista Dilma Rousseff em dar continuidade à redução do desmatamento da Floresta Amazônica, caso seja eleita presidente da República.
Estranhamente a publicação, que é de esquerda, nem menciona Marina Silva. O artigo cita dados do Inpe, falando em melhora no desmatamento num período recente.
E questiona, então, "O que acontecerá após a saída de Lula cujo mandato se acaba no fim do ano?” Da sua candidata que “Dilma Rousseff encarna mais uma figura da ‘velha esquerda’ do que alguém convertido à ecologia”. Aí sim, uma avaliação que faz sentido no artigo. Em suma, o jornalão gôche deixa no ar que boas iniciativas ambientais, e cita também um tal programa sustentável de produção de óleo de palma, podem não ser bem tocadas pela mãe Dilma.
De José Serra o Le Monde diz que é "discreto" na questão ambiental, mas o tem como favorito na eleição. E destaca alguns fatos ambientais, como ter declarado o Estado que governa "amigo da Amazônia". Diz também que Serra apóia entidades de governo a não comprar madeira ilegal, mas afirmando que nesta campanha está engajado com a seita Greenpeace, coitado.
Mas ao fim e ao cabo, dizendo ser notória a queda do desmatamento na região amazônica, critica a candidata do governo Lula, interpretando que ela pode ser incapaz, mas sem citar qualquer fato que justifique a tese. Só fez calar fundo n'alma da esquerda brasileira, perguntando o que será do país sem Lula.
Mas eu acho que o Le Monde acerta na mosca ao questionar um eventual governo de Dilma sem Lula. Porque livre dele, ela será um buscapé. Há quem diga que Lula e o PT a controlarão. Eu acho que não. Mas o Le Monde não chega aí. Nem sabe, aparentemente, que a Marina Silva dos verdes, que ele nem citou, foi escafedida por Dilma do governo Lula ao arrepio do PT e dele mesmo.
Estranhamente a publicação, que é de esquerda, nem menciona Marina Silva. O artigo cita dados do Inpe, falando em melhora no desmatamento num período recente.
E questiona, então, "O que acontecerá após a saída de Lula cujo mandato se acaba no fim do ano?” Da sua candidata que “Dilma Rousseff encarna mais uma figura da ‘velha esquerda’ do que alguém convertido à ecologia”. Aí sim, uma avaliação que faz sentido no artigo. Em suma, o jornalão gôche deixa no ar que boas iniciativas ambientais, e cita também um tal programa sustentável de produção de óleo de palma, podem não ser bem tocadas pela mãe Dilma.
De José Serra o Le Monde diz que é "discreto" na questão ambiental, mas o tem como favorito na eleição. E destaca alguns fatos ambientais, como ter declarado o Estado que governa "amigo da Amazônia". Diz também que Serra apóia entidades de governo a não comprar madeira ilegal, mas afirmando que nesta campanha está engajado com a seita Greenpeace, coitado.
Mas ao fim e ao cabo, dizendo ser notória a queda do desmatamento na região amazônica, critica a candidata do governo Lula, interpretando que ela pode ser incapaz, mas sem citar qualquer fato que justifique a tese. Só fez calar fundo n'alma da esquerda brasileira, perguntando o que será do país sem Lula.
Mas eu acho que o Le Monde acerta na mosca ao questionar um eventual governo de Dilma sem Lula. Porque livre dele, ela será um buscapé. Há quem diga que Lula e o PT a controlarão. Eu acho que não. Mas o Le Monde não chega aí. Nem sabe, aparentemente, que a Marina Silva dos verdes, que ele nem citou, foi escafedida por Dilma do governo Lula ao arrepio do PT e dele mesmo.



2 Comentários:
Pra você ver, meu amigo, que mesmo para os "verdes", não importa quem os defenda, e sim, quem está no poder, ou próximo dele. É natural.
Mudando de assunto, permita que, em minha ignorância discorde de você, em relação a Dilma.
Ainda não vi nada nesta senhora que a credencie para governar o Brasil, ainda mais tendo que carregar o ego do Luiz Inácio como sombra maligna, caso ela seja eleita.
Toc, toc, toc... bati na madeira.
Quer me matar de susto, poetisa Saramar? Não defendi nem disse que a mãe Dilma tem alguma competência. Só reportei que o jornal cita algumas benfazenças do governo Lula e não aponta erros da Dilma, que é péssima gestora.
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