pego na curva
O Antropólogo Antonio Viveiros de Castro, citado em reportagem da revista Veja desta semana, escreveu uma carta subindo nas tamancas para o semanário, dizendo que jamais falou a qualquer repórter de lá que "no Brasil todo mundo é índio, exceto quem não é". O imbróglio se originou da matéria "A farra antropológica oportunista". Está nas bancas.
Foi pego na curva. A revista respondeu que ele não falou mesmo, ele escreveu. Contou que procurado em seu trabalho, o antropópologo indicou através da assesoria de imprensa um artigo seu sobre o tema da reportagem.
Título do texto: "No Brasil todo mundo é índio, exceto quem não é". Pode ser achado na íntegra, escrevendo-o no campo de busca do Google. Ou, para facilitar, em http://pib.socioambiental.org/files/file/PIB_institucional/No_Brasil_todo_mundo_%C3%A9_%C3%ADndio.pdf
Um trecho:
Essa afirmação se insere em uma teoria do minoritário que devo a outrem, e que não cabe expor aqui. Mas para bom entendedor, eis como posso afirmar que no Brasil todo mundo é índio, exceto quem não é. Darcy Ribeiro, aliás – não sei se ele diz exatamente isso, não sou bom leitor dele –, insistiu com eloqüência sobre o fato de que o “povo brasileiro” é muito mais indígena do que se suspeita ou supõe.
Outras Leituras do mesmo texto:
Em abril de 2006, o antropólogo Eduardo Viveiros de Castro falou à equipe de edição da Enciclopédia Povos Indígenas no Brasil. Leia lá "No Brasil, todo mundo é índio, exceto quem não é."



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