Cantando de galo
O jornal britânico Financial Times alerta em sua edição de hoje para uma “fanfarronice latina”, em especial do Brasil, em relação à sua própria situação econômica.
Em matéria de título Latin swagger, avalia a maré de boas notícias econômicas sobre a região e, em especial, sobre o presidente Lula da Silva, nomeado pela revista americana Time numa lista de personalidades mais influentes do mundo.
Reconhecendo motivos reais para celebrar sua situação econômica, o Financial Times faz uma alerta para o que chama de “complacência” latino-americana, e brasileira em especial, em relação ao seu próprio futuro: “As piores quedas normalmente ocorrem justo quando se está cantando de galo”.
A argumentação do principal jornal econômico do mundo é que a região contou com uma boa dose de “sorte” na última década. Primeiro porque os bancos latino-americanos preferiram olhar para o mercado interno e evitaram o risco de se expor aos empréstimos do tipo subprime, que terminaram contaminando as economias mais avançadas.
Além disso, diz o editorial do especial sobre a América Latina, a demanda por commodities na Ásia puxou as economias locais mesmo durante a tempestade econômica nos países ricos. Por fim, argumenta o Financial Times, as baixas taxas de juros americanas, próxima do zero, fizeram a região receber um influxo de recursos em busca de retorno mais alto.
“Qualquer um desses fatores sozinhos seria capaz de sustentar um boom. Mas a América Latina está desfrutando de todos ao mesmo tempo". O diário britânico sugere que os países da região devem procurar olhar para além da bonança e tomar medidas como evitar a apreciação exagerada do câmbio – mencionando especificamente o Brasil e a Colômbia – e investir em obras de longo prazo, como no setor de infraestrutura.
Em matéria de título Latin swagger, avalia a maré de boas notícias econômicas sobre a região e, em especial, sobre o presidente Lula da Silva, nomeado pela revista americana Time numa lista de personalidades mais influentes do mundo.
Reconhecendo motivos reais para celebrar sua situação econômica, o Financial Times faz uma alerta para o que chama de “complacência” latino-americana, e brasileira em especial, em relação ao seu próprio futuro: “As piores quedas normalmente ocorrem justo quando se está cantando de galo”.
A argumentação do principal jornal econômico do mundo é que a região contou com uma boa dose de “sorte” na última década. Primeiro porque os bancos latino-americanos preferiram olhar para o mercado interno e evitaram o risco de se expor aos empréstimos do tipo subprime, que terminaram contaminando as economias mais avançadas.
Além disso, diz o editorial do especial sobre a América Latina, a demanda por commodities na Ásia puxou as economias locais mesmo durante a tempestade econômica nos países ricos. Por fim, argumenta o Financial Times, as baixas taxas de juros americanas, próxima do zero, fizeram a região receber um influxo de recursos em busca de retorno mais alto.
“Qualquer um desses fatores sozinhos seria capaz de sustentar um boom. Mas a América Latina está desfrutando de todos ao mesmo tempo". O diário britânico sugere que os países da região devem procurar olhar para além da bonança e tomar medidas como evitar a apreciação exagerada do câmbio – mencionando especificamente o Brasil e a Colômbia – e investir em obras de longo prazo, como no setor de infraestrutura.



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