Pode me chamar de Zezinho
Além do ministério da Segurança Pública que criará se eleito, o candidato tucano José Serra falou hoje no no Rio Grande do Sul que pretende criar também uma uma força paralela à Polícia Federal para controlar as fronteiras do país.
– O governo federal tem que encontrar um instrumento de controle da fronteira. A Polícia Federal é boa, mas é pequena. Não pode crescer 20%, 30%, ao ano, porque você não consegue manter o padrão de organização. Vamos ter que criar uma outra força especial para isso. Mas com o pé no chão, um outro tipo de força, no estilo dos carabineros do Chile.
Serra aquele santo, tentou deixar os jornalistas à vontade:
– Pode me chamar de Zé, (...) por mais exótico que seja, já fui Zezinho.
Falou também de outras ações políticas e divulgou outras propostas de campanha. Explicando como combateria a corrupção no Brasil, afirmou que a questão não é de leis, mas de comportamento. E alfinetou Luiz Inácio que, se eleito, acabará com as nomeações políticas como forma de reprimir o problema.
– Hoje, o procedimento de indicações se generalizou, inclusive nas agências reguladoras, que ficam loteadas por partidos. Por exemplo, a Anvisa, que eu criei, hoje é dividida entre partidos. O sujeito que vai para lá tem estabilidade, não pode ser removido. Isso ajuda a corrupção. É um problema de lei? Não. É um problema de comportamento. E afirmou na sequência que as nomeações políticas deixaram o estado “obeso”.
– O governo federal tem que encontrar um instrumento de controle da fronteira. A Polícia Federal é boa, mas é pequena. Não pode crescer 20%, 30%, ao ano, porque você não consegue manter o padrão de organização. Vamos ter que criar uma outra força especial para isso. Mas com o pé no chão, um outro tipo de força, no estilo dos carabineros do Chile.
Serra aquele santo, tentou deixar os jornalistas à vontade:
– Pode me chamar de Zé, (...) por mais exótico que seja, já fui Zezinho.
Falou também de outras ações políticas e divulgou outras propostas de campanha. Explicando como combateria a corrupção no Brasil, afirmou que a questão não é de leis, mas de comportamento. E alfinetou Luiz Inácio que, se eleito, acabará com as nomeações políticas como forma de reprimir o problema.
– Hoje, o procedimento de indicações se generalizou, inclusive nas agências reguladoras, que ficam loteadas por partidos. Por exemplo, a Anvisa, que eu criei, hoje é dividida entre partidos. O sujeito que vai para lá tem estabilidade, não pode ser removido. Isso ajuda a corrupção. É um problema de lei? Não. É um problema de comportamento. E afirmou na sequência que as nomeações políticas deixaram o estado “obeso”.



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