Uma graça de candidato
O candidato tucano José Serra soltou o verbo hoje no Rio Grande do Sul. Aconselhou Lula a dar uma declaração à imprensa internacional pedindo ao presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad que modere na repressão àqueles que se opõem a ele." Disse que se eleito "Manteria as relações comerciais. Agora outra coisa é ter uma relação de carinho, afeto". "Mahmoud nega o massacre de judeus na Europa e manda quem se manifesta contra ele para a forca." E afirmou que não receberia em visita ao Brasil, sabendo que Lula vai ao Irã retribuir a que aceitou.
Falou que Hugo Chávez "começou na vida pública encabeçando um golpe" e "só depois foi eleito." Criticou a interferência dele nos meios de comunicação da Venezuela e se disse contra a entrada da Venezuela no Mercosul, "você admitir parceiro por razão política é inacreditável." E arrematou ironizando o apoio dele à Dilma: "Quero te dizer uma coisa, até acho muito bom, no meu caso."
Depois criticou o aparelhamento petista nos cargos comissionados dentro da máquina pública. Disse que, se eleito, vai promover um corte das indicações na estrutura do governo federal. "Tenho certeza que tem uma gordura bovina europeia a cortar".
E bateu e frente com uma repórter numa das entrevistas. Indagado sobre o mensalão do DEM, chefiado pelo governador do Distrito federal, José Arruda, Serra disse: "Teve uma diferença em relação ao do PT: o responsável foi posto fora do DEM." Questionado se sentia vergonha pelo deslize de Arruda, devolveu a pergunta: "Quem agiu mais corretamente o PT ou DEM?" Diante da insistência da repórter, retrucou: "Você não está respondendo à minha pergunta, está se comportando meio partidariamente."
Em outro momento, naquele seu estilo uma graça de candidato, contou que gosta muito dos gaúchos e lembrou uma namorada gaúcha, da qual gostava, disse, muito de ouvir a pronúncia.
Falou que Hugo Chávez "começou na vida pública encabeçando um golpe" e "só depois foi eleito." Criticou a interferência dele nos meios de comunicação da Venezuela e se disse contra a entrada da Venezuela no Mercosul, "você admitir parceiro por razão política é inacreditável." E arrematou ironizando o apoio dele à Dilma: "Quero te dizer uma coisa, até acho muito bom, no meu caso."
Depois criticou o aparelhamento petista nos cargos comissionados dentro da máquina pública. Disse que, se eleito, vai promover um corte das indicações na estrutura do governo federal. "Tenho certeza que tem uma gordura bovina europeia a cortar".
E bateu e frente com uma repórter numa das entrevistas. Indagado sobre o mensalão do DEM, chefiado pelo governador do Distrito federal, José Arruda, Serra disse: "Teve uma diferença em relação ao do PT: o responsável foi posto fora do DEM." Questionado se sentia vergonha pelo deslize de Arruda, devolveu a pergunta: "Quem agiu mais corretamente o PT ou DEM?" Diante da insistência da repórter, retrucou: "Você não está respondendo à minha pergunta, está se comportando meio partidariamente."
Em outro momento, naquele seu estilo uma graça de candidato, contou que gosta muito dos gaúchos e lembrou uma namorada gaúcha, da qual gostava, disse, muito de ouvir a pronúncia.



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