imprensa livre
Barack Obama promulgou hoje uma lei que protege melhor os jornalistas e escritores americanos de perseguições em países onde as leis sobre difamação podem expô-los a condenações, como é o caso do Brasil. O anúncio foi feito pela Casa Branca.
O texto da nova lei foi aprovado pelas duas câmaras do congresso americano, numa reação ao que referem como “turistas da difamação”. Não permite mais condenações injustas a jornalistas e escritores americanos. Impede que os tribunais federais americanos reconheçam ou apliquem penas pronunciadas por jurisdição estrangeira por difamação, protegendo anda os bens dos processados. Segue a fiosofia da Primeira Emenda da constituição americana que garante a liberdade de expressão e torna mais difícil ser processado por difamação nos EUA.
O Congresso americano considerou que além do Brasil e entre outros Cingapura, Austrália, Inglaterra e Indonésia estão entre os que criam problemas para jornalistas e escritores. Setores da esquerda da própria imprensa brasileira devem criticar a lei, especialmente acomunistada que vive apoiando medidas paralelas de controle da imprensa, como criação de conselhos (sovietes) de imprensa e o famigerado “controle social”, que o petezéu enfia em tudo que é plano de governo e de políticas.
O texto da nova lei foi aprovado pelas duas câmaras do congresso americano, numa reação ao que referem como “turistas da difamação”. Não permite mais condenações injustas a jornalistas e escritores americanos. Impede que os tribunais federais americanos reconheçam ou apliquem penas pronunciadas por jurisdição estrangeira por difamação, protegendo anda os bens dos processados. Segue a fiosofia da Primeira Emenda da constituição americana que garante a liberdade de expressão e torna mais difícil ser processado por difamação nos EUA.
O Congresso americano considerou que além do Brasil e entre outros Cingapura, Austrália, Inglaterra e Indonésia estão entre os que criam problemas para jornalistas e escritores. Setores da esquerda da própria imprensa brasileira devem criticar a lei, especialmente acomunistada que vive apoiando medidas paralelas de controle da imprensa, como criação de conselhos (sovietes) de imprensa e o famigerado “controle social”, que o petezéu enfia em tudo que é plano de governo e de políticas.



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