Ingratidão
Primeiro Tarso Genro confirmou que quando era ministro da Justiça soube das denúncias contra Romeu Tuma Jr, que logo no estouro do escandalo das gravações afirmou não saber que havia processo contra ele. Agora, enquanto Lula e outros petistas lhe passam a mão na cabeça, dizendo necessário julgamento correto do nosso (deles) Romeu, Tarso foi adiante, hoje. Disse que “se forem verdadeiras” as tais gravações o “inabilitam” para o cargo de secretário nacional de segurança do governo petista.
Tarso soltou esse buscapé em Tuminha num evento de sua campanha para governador gaúcho, na qual discutiriam o programa e governo e Tuma Jr faria uma palestra, algo sobre “transparência” na adiministração pública. Tuma foi desconvidado. Não foi. E Tarso assoprou depois de bater: “lamento porque o Tuma estava prestando bons serviços.
Bota bom nisso. Tuma Jr. era o pitibul de Tarso, atuando nas operações do policiais e judiciais nos casos das telecoms e outros. Foi ele que orientou o bloqueio internacional das contas investigadas pela operação Satiahagra, foi ele quem buscou o banqueiro Cacciolla extradidato do principado de Mônaco, para ficar nas ações policiais mais conhecidas gestadas pelo ministério da Justiça de Tarso.
Mas agora Tarso é candidato. Percebeu o vespeiro em que está metido seu leal escudeiro. Se há como defendê-lo da “amizade” com o chefe da máfia chinesa, o que dizer do caso do futuro genro?
“Vê com aqueles cornos lá o que aconteceu lá, naquele rapaz lá, que cê foi falar aquela vez”, disse Tuma para um delegado, como está na matéria aí abaixo. E à noite o audio da frase saiu hoje no Jornal Nacional.
Estragou o clima do comício nesta noite em Porto Alegre. Se as gravações sobre o mafioso chinês forem verdadeiras, Tuma fica mesmo “inabilitado para o cargo no governo petista, como afirmoou o camarada Tarso Genrovisky. Mas essa gravação do genro não tem se. Essa é.




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