O Brasil quer bomba atômica?
Taí no que dá. O Luiz Inácio fica de trelelê com o lunático presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad e a Der Speigel, mais importante revista alemã e uma das mais importantes da Europa, questiona se o Brasil não quereria também uma bomba atômica. O tema, obviamente absurdo, não é novidade mundo afora, mas aflora com uma matéria dessas na maior economia da União Europeia - no momento que Luiz Inácio se preara para retribuir a visita ao bípede iraniano Ahmadinejad, representante dos aiatolás fundamentalistas que mandam nos persas.A Der Spiegel afirma que sob o governo petista o Brasil "recomeçou a flertar" com a ideia de produzir uma bomba atômica, "após tentativas anteriores malsucedidas do governo militar. A revista afirma não haver provas, mas que "eventos passados" sugerem que é provável...
Cita que, desde 2003 (de Lula), o País retomou oficialmente o desenvolvimento de um submarino movido a energia nuclear. "O que há para esconder no desenvolvimento de pequenos reatores para mover submarinos, sistemas que vários países já possuem há décadas? A resposta é tão simples quanto perturbadora: o Brasil está provavelmente tentando desenvolver algo mais nas instalações que declarou como instalações de produção para submarinos nucleares: armas atômicas".
Quem vê, pensa no petê falando, diante de uma analogia dessas e sem levar em conta inclusive que a constituição brasileira proíbe o desenvolvimento de armas cucleares. Mas o semanário alemão lembra, com propriedade, que o vice-presidente brasileiro "defendeu abertamente a aquisição de armas nucleares pelo Brasil, em setembro de 2009". E dizendo que "é um assunto que estava aberto à negociação".
Por essa bestagem do vice-Alencar, a Der Spiegel interpreta que embora o País precise de uma resolução parlamentar para permitir o desenvolvimento dessas armas, Lula poderia dizer que os EUA não devem ter o monopólio das armas nas Américas. "Se isso acontecer, a América Latina não seria mais uma zona livre de armas nucleares - e a visão de Barack Obama de um mundo sem armas nucleares estará encerrada". Pode?
Para medir o peso do artigo na revista alemã na Europa, vale lembrar que aquele país é a única potência mundial que não tem arma atômica. E desconfiar que o buraco é mais embaixo do que pensa a espantosa diplomacia cumpanhêra que "orienta" sob a batuta de altezas como Marco Antonio Top-Top Garcia, o Luiz Inácio em suas ações mundo afora, a receber e visitar trogloditas ditadores e terroristas.
E Lula, que a secretária de Estado dos EUA chamou de ingênuo em sua pretensa ação mediadora de conflitos mundiais, pensa que está a caminho de uma vaga para o Brasil no Conselho Permanente de Segurança da ONU. Quando pode estar na trilha de Lech Walessa, que hoje em dia nem para café da manhã em aniversário de empresas é convidado.


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