Delegado desobediente
No dia 2 de julho do ano passado, o Guga, assessor de Romeu Tuma Jr na Secretaria da Justiça, telefona para Ricardo de Mello Vargas, delegado de Polícia Civil lotado na Divisão de Crimes Contra a Fazenda, e passa o nome da empresa de um chinês chamado Fang Ze, a V-Top Decorações, e seu CNPJ. "Esse aí você já tinha pedido pra ver?". Fang Ze pertence ao bando do chinês amigo Li Kwok Kwen, vulgo Paulo Li.
Em seguida, Guga cita Romeu Tuma Jr como interessado na liberação das mercadorias: "Você me ligou, me apresentou pro cara lá, ainda cê falou que era pedido do Tuma, aí o chefe tá me atazanando a vida aqui". E o delegado Ricardo, "Vou dar uma olhada, então."
Questionado pela reportagem do jornal O Estado de São Paulo, esse delegado Ricardo confirmou ter recebido o pedido, mas negou ter solucionado, como queriam Tuma Jr e o assessor Guga. "Sempre falo que vou ver, mas não faço nada. Nem conheço esse chinês."
Em seguida, Guga cita Romeu Tuma Jr como interessado na liberação das mercadorias: "Você me ligou, me apresentou pro cara lá, ainda cê falou que era pedido do Tuma, aí o chefe tá me atazanando a vida aqui". E o delegado Ricardo, "Vou dar uma olhada, então."
Questionado pela reportagem do jornal O Estado de São Paulo, esse delegado Ricardo confirmou ter recebido o pedido, mas negou ter solucionado, como queriam Tuma Jr e o assessor Guga. "Sempre falo que vou ver, mas não faço nada. Nem conheço esse chinês."



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